Saiba como um detetive particular pode participar de uma investigação forense

imagem de duas digitais impressas em um vidro sujo

A união entre investigador forense e detetive particular pode ajudar a solucionar mistérios com mais agilidade

Quem nunca se deparou com um filme ou uma série na qual o policial e sua equipe tiram fotos da cena do crime, analisam vestígios e apresentam provas nos tribunais? Trata-se de uma investigação forense, uma etapa importantíssima para desvendar crimes. 

Conhecida por ser uma carreira muito interessante e desafiadora, esse tipo de investigação requer muito preparo, pois exige o domínio da teoria, da técnica e da prática. 

imagem de corpo desneha em giz na calçada de uma cena de crime

Para aprender mais: Importância de um Detetive Particular na busca por desaparecidos

O que é um investigador forense?

O investigador forense também é chamado de perito criminal. 

É este profissional que analisa e desvenda pistas presentes no local do crime ou acidente ou, ainda, em documentos, mensagens, dispositivos eletrônicos e afins. Entre suas responsabilidades estão:

  • Reunir e analisar as evidências;
  • Gerar provas materiais;
  • Desenvolver laudos que ajudam a desvendar o crime em questão;
  • Apresentar e defender provas em foro.

Todo o trabalho de investigação forense é solicitado pelas autoridades, como juízes e policiais, para a contribuição em inquéritos policiais e processos judiciais. Diferentemente do que vemos nos filmes, o investigador não pode sair coletando provas a seu bel-prazer. 

O resultado do trabalho forense pode mudar completamente uma linha de investigação ou dar sustentação para que ela continue sendo explorada. Por isso, é essencial ter um olhar atento e estar comprometido com a profissão.

Como ser um investigador forense?

O investigador forense atua sempre dentro de uma instituição policial, ajudando a solucionar crimes como roubos, homicídios, corrupção, tráfico de drogas, desaparecimentos, estupro, entre outros. Para isso, ele  precisa passar em um concurso público. 

Como a investigação forense se baseia no conhecimento de diversas áreas, uma das exigências mais comuns é que o interessado tenha nível superior completo, com especialização em áreas de exatas ou biológicas.

Ele também deve possuir CNH, estar em boa forma física e, é claro, ser ético e ter raciocínio lógico. O campo de atuação é vasto. Dá para se especializar em: 

  • Contabilidade e finanças
  • Documentos
  • Cenas de crime 
  • Bombas e explosivos
  • Informática
  • Veículos
  • Genética
  • Odontologia
  • Meio ambiente

Sendo assim, o profissional deve aprofundar seus estudos para desenvolver as melhores técnicas de análise e interpretação. Ele também vai precisar de muita experiência para apurar a sua intuição, que será necessária em alguns casos.

imagem de pegada com marca de tênis na lama

Veja também: Teste: Será que você seria um bom detetive particular?

Detetive e investigação forense

O detetive particular até pode atuar em parceria com um investigador forense. Porém, participar de uma investigação em curso só pode ser realizado se o cliente permitir e o delegado de polícia que cuida do caso autorizar, em conformidade com a lei Nº 13.432/2017.

Neste caso, o detetive particular deve continuar respeitando a ética e a legalidade, e permanecer em busca da verdade, além de seguir as orientações do investigador parceiro. 

Ao reunir o talento desses dois grandes profissionais, você, com certeza, conseguirá obter melhores resultados para solucionar o seu caso e encerrar de uma vez por todas um “episódio” difícil da sua vida. 

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