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Você está precisando do serviço de um detetive particular, mas não tem segurança sobre o que ele pode ou não fazer? Se sim, este artigo é para você. Descubra
o que está na alçada desse profissional e contrate a pessoa certa para ajudá-lo.

Porque, sem dúvida alguma, se você está precisando de um detetive particular, possivelmente não é por uma boa razão. Logo, você precisa ter total confiança no
profissional para que essa contratação não se torne outro problema. Veja só!

O que um detetive particular pode ou não pode fazer depende de cada caso, evidentemente. Algumas proibições e permissões, porém, conseguimos apontar.
Das mais comuns às mais curiosas, por exemplo:

Um detetive particular pode andar armado? Ele pode trabalhar para a policia civil? Pode dar ordem de prisão? Vamos tentar responder cada uma dessas perguntas.

Em primeiro lugar, um detetive particular não pode fazer declarações sobre seus casos a jornais, revistas, emissoras de rádio ou de televisão. Naturalmente, ele pode dar entrevistas sobre a profissão, mas jamais
revelar informações sobre seus clientes, mesmo os mais antigos. Sigilo absoluto é um dos mais importantes requisitos dessa profissão.

Mesmo para outras pessoas não ligadas à mídia, um detetive particular não pode dar informações que são absolutamente sigilosas. Um profissional sério sabe que não pode, inclusive, comentar casos com amigos e
familiares.

Detetives particulares também não podem – de forma alguma, é impensável – tentar obter qualquer tipo de vantagem só porque detém informações confidenciais. Ou seja, subornar, ameaçar, praticar qualquer tipo de coação, para si ou até mesmo para o cliente. Esse profissional deve ter em mente que está sob a Lei da mesma forma que o suspeito que, por sua vez, tem direitos que devem ser preservados também.

Sobre porte de armas, depois da aprovação da Lei do Desarmamento, em 2003, é muito difícil que um detetive possa ter uma arma. Para se proteger, é importante ter noções – ainda que básicas – de defesa pessoal. Por isso um bom condicionamento físico é importante.

O mais indicado, contudo, é que o detetive particular sequer se coloque em risco. Sabendo, assim, sair de qualquer situação que se apresente como perigosa. Sempre, claro, com discrição.

Um detetive particular pode, sim, trabalhar para a polícia civil, tanto sendo um policial civil, de fato, como ajudando a polícia na investigação de casos diversos, desde que autorizado. Sobre ordem de prisão, não, ele não pode dar. Mas pode acompanhar a polícia e até mesmo ajudar na preparação do flagrante.

Entre outras coisas que um detetive jamais deve fazer é: usar roupas que chamem a atenção, ser notado ao entrar e sair de lugares, se identificar como detetive, ficar nervoso na hora de desempenhar um papel fictício, principalmente quando for conversar com as pessoas.

Sobre esse personagem que deve ser criado, é importante que o detetive saiba o nome completo, a profissão, detalhes que não deixem suspeitas sobre a atuação. Como esses dados são inventados, torna-se
fácil serem esquecidos. Um profissional experiente sabe como não levantar suspeitas enquanto estiver em campana.

O detetive particular também deve evitar ir muitas vezes ao mesmo lugar. Deve aprender a memorizar fisionomias e nomes, além de detalhes que pessoas comuns pouco reparam. Acima de tudo, um detetive particular não pode pensar que está em um filme e que a profissão é uma brincadeira. Qualquer erro durante a investigação pode ser crucial na vida do cliente, não só emocional como fisicamente.

Por isso que, se você precisa de um detetive particular, contrate alguém experiente. Anos de investigação garantem não só o total sigilo necessário como técnicas apuradas, além dos equipamentos corretos para tornar todo o processo o mais seguro possível.

Converse conosco sobre o seu caso. Temos certeza que poderemos ajuda-lo.